Interação entre remineralizadores de solo e ácidos húmicos

Os resíduos orgânicos possuem uma transformação continua no solo, que leva à formação de um complexo de substâncias húmicas. As substâncias húmicas (SH) representam o principal reservatório de carbono orgânico total do solo e sua participação entre diferentes frações de solubilidade em meio alcalino ou ácido pode guardar relação com tipo de solo e manejo adotado. Desta fração de solubilidade possuem uma classificação dividida em três categorias: ácidos fúlvicos (AF), que são solúveis em pH ácido ou alcalino, ácido húmico (AH) são solúveis em pH alcalino, e humina (HU) elas são insolúveis em qualquer pH. As substâncias húmicas representam cerca de 80% do carbono orgânico do solo, elas têm a capacidade de interagir com argila, alterando as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, tendo papel importante na fertilidade e estrutura do solo, imobilizando metais pesados e pesticidas além de atuar como favorecedor de crescimento raízes nas plantas.

As substâncias húmicas acarretam a alteração positiva do desenvolvimento das plantas. Os efeitos ocasionados no solo, como complexação de metais, aumento na capacidade de troca catiônica, fornecimento de nutrientes e retenção de umidade, contribuem para o metabolismo vegetal. As substâncias húmicas atuam diretamente nesses mecanismos já que influenciam no transporte de íons, atividade respiratória, conteúdo de clorofila, síntese de ácidos nucleicos e atividade de várias enzimas. O aumento da atividade enzimática causa acréscimo na atividade da bomba de prótons e, acidificação do apoplasto (compartimento vegetal que compreende os espaços intercelulares e a parede celular. Este espaço possui grande importância para a planta desde a defesa contra estresses bióticos e abióticos a transporte de hormônios e água) contribuindo para o aumento na plasticidade e alongamento da parede celular e crescimento de raízes.

Os ácidos húmicos em diferentes organizações da planta e em várias etapas estão totalmente envolvidos na fisiologia vegetal como, expressão de genes, presença de organelas, metabolismo primário, metabolismo secundário, crescimento e desenvolvimento e a produção de flores, frutos e sementes. Os efeitos dos ácidos húmicos nas plantas estão relacionados com o sistema radicular e envolve a formação de raízes laterais, formação de raízes adventícias, alongamento radicular, e formação de pelos radiculares. Todos esses aumentos na massa radicular provocam uma maior absorção de água e de nutrientes trazendo muitos benefícios para as culturas.

Além disso, podemos evidenciar que o efeito das substâncias húmicas não é fácil de ser explicado, devido à natureza pouco conhecida, pode ser diferente, devido sua origem, método de extração, e até mesmo sua concentração. Isso leva a deferir conforme a espécies das plantas, e a sua resposta em cada estágio vegetativo. Picollo (2002), acredita que as substâncias húmicas são formadas por pequenos arranjos supra estruturais de moléculas orgânicas que possuem uma interação fraca. Isso explica muito bem a interação que elas têm sobre o ambiente e sobre o efeito que elas possuem no metabolismo das plantas. A interação planta-microrganismo consegue alterar a estrutura e a conformação das substâncias húmicas em pequenas unidades portadoras de bioatividade, onde estimulam o crescimento e o metabolismo dos organismos.

As substâncias húmicas são encontradas hoje em diversos produtos no mercado nacional, esses produtos são extraídos de depósitos minerais como a leonardita, lignita, em solos orgânicos como as turfas, também podem ser obtidos por humificação de resíduos vegetais. Segundo pesquisas de Brownell et al. (1987), relataram que com o uso de produtos comerciais que possuam ácido húmicos na composição, aplicados em diferentes culturas, colaboraram com o aumento expressivo na produtividade. Ocasionando em várias culturas a indução à floração após aplicação foliar, sendo que os melhores resultados foram obtidos em áreas sob stress hídrico e nutricional.

A remineralização do solo, altera as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo, já que os microrganismos e as plantas liberam extracelularmente ácidos orgânicos que solubilizam minerais contidos no pó de rocha. Dessa forma, por proporcionar equilíbrio químico físico e biológico, os condicionadores são utilizados com a finalidade de restaurar a fertilidade do solo, pois melhoram o desenvolvimento da estrutura do solo e o desenvolvimento radicular das plantas. Por outro lado, ainda podem auxiliar na regulação da acidez e alcalinidade, além de atuarem no sequestro de carbono e estabilizarem os compostos poluentes.

As substâncias húmicas contribuem para o tamponamento do solo, maior estabilidade do pH e quelatização dos micronutrientes facilitando sua absorção. Promovem também um aumento da CTC, o que resulta em maior retenção de fertilizantes inorgânicos solúveis em água, reduzindo as perdas de nutrientes, a exemplo da volatilização da ureia e lixiviação de N e k, bem como, redução da fixação de P no solo com Fe, Al em pH baixo e Ca em pH elevado. Com isso, tem-se maior eficiência no aproveitamento dos nutrientes pelas plantas e menor disponibilidade de substâncias tóxicas nos solos.

As substâncias húmicas promovem a estabilização da temperatura do solo e servem como fonte de energia, estimulando o crescimento e a proliferação de microrganismos desejáveis no solo. Ao favorecer o desenvolvimento de microrganismos benéficos promove a supressão de microrganismos oportunistas causadores de doenças, inclusive nematoides, assim como o biocontrole de pragas, através de diferentes mecanismos, como: antibiose, parasitismo, competição e indução de resistência das plantas aos patógenos.

Uma das fontes minerais mais conhecida, testada e utilizada é a Leonardita, que é originária da decomposição de depósitos orgânicos naturais, que gastam milhares de anos para se transformar através da intemperização do lignito, podendo ser originária também da turfa, produzindo um material com alto teor de carbono orgânico. Ela é um material rico em matéria orgânica podendo chegar a 50 a 75% de sua composição. Seu conteúdo de ácido húmico pode variar entre 30 a 80%, enquanto os solos contêm, em média, apenas 1 a 5% de ácido húmico.

Aplicação de leonardita e de suas substâncias húmicas funcionam como condicionadores de solo e estimulantes de plantas. Sua aplicação melhora as propriedades físico-químicas e os aspectos biológicos do solo e promovem o crescimento das plantas. Além disso, reduzem a pegajosidade e a plasticidade, tornando o manejo do solo mais fácil e contribuindo para uma maior resistência aos processos de erosão. Assim, em solos leves e arenosos os ácidos húmicos previnem grandes perdas de água e nutrientes e em solos pesados e compactados melhoram a aeração e retenção de água.

A leonardita, pode ser facilmente considerada como bioestimulante, atua como promotora de crescimento e estimula o desenvolvimento das culturas, influenciando diretamente no rendimento e produtividade. Favorece o metabolismo primário e secundário das plantas, estimulando a produção de auxinas, citoquininas e giberelinas, que auxiliam no crescimento vegetativo.

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